Abstract
Paracoccidioidomicose é micose sistêmica endêmica da América Latina, causada por fungos dimórficos, pertencentes ao gênero Paracoccidioides, e com uma maior prevalência em pacientes procedentes da zona rural e mais frequente em homens. É a oitava causa de mortalidade por doenças infecciosas predominantemente crônica.
Não é uma doença de notificação compulsória. É adquirida por inalação, e após inalar o pulmão faz disseminação hematogênica e se prolifera na pele. Quando o parasita entra em contato com o hospedeiro (homem) é determinada a ‘’paracoccidioidomicose infecção’’ que pode se regredir espontaneamente, evoluir para a doença ou permanecer em latência. O que vai determinar isso é a virulência do fundo e o tamanho do inóculo e o do status imunitário, nutricional, alcoolismo, tabagismo, coinfecções, drogas do hospedeiro (1).
O diagnóstico é feito baseado no exame micológico direto, histopatológico, sorologia e cultura. O tratamento dura de 12 a 18 meses, pode ser feito com azólicos, sulfamídicos ou anfotericina B. E existem os critérios de cura: cura clínica, radiológica, micológica e sorológica (2).
O objetivo desse trabalho é relatar um caso atípico, com lesão cutânea inespecífica, em uma idade e sexo incomum e o diagnóstico de novas espécies através da biologia molecular.
Eu, autor do trabalho, declaro que participei de forma significativa na construção e formação deste estudo, ou da análise e interpretação dos dados, como também na redação deste texto, caracterizando-me como autor, tendo a responsabilidade pública pelo conteúdo deste. Declaro, também, que o presente trabalho (ou conteúdo semelhante) de minha autoria, não foi publicado ou submetido à apreciação do Conselho Editorial de outras publicações.
