Paracoccidioidomicose em uma mulher: Relato de caso
A capa contém uma imagem com cinco pessoas vestidas com jalecos médicos, sentadas numa mesma mesa de estudos, onde demonstram estar discutindo sobre o que estão lendo. Da esquerda para a direita tem-se uma mulher de cabelos curtos loiros, em seguida um mulher de cabelos longos e escuros à sua esquerda encontra-se um homem de meia idade e cabelos grisalhos, depois uma mulher de cabelos loiros e longos que lê uma folha e por último um homem de cabelos bem curtos e escuros. Abaixo desta imagem aparece o logo da revista eletrônica onde está escrito o nome da revista, BWS JOURNAL junto ao seu número de ISSN que é 2596-0504, e mais abaixo, no rodapé da capa as informações do volume em questão, com as seguintes informações: Mês de publicação de Janeiro a Dezembro. Ano de dois mil e dezenove. Volume número dois. Publicação contínua.
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Palavras-chave

Micose sistêmica
Fungos dimórficos
Biologia molecular

Como Citar

1.
Montes GS. Paracoccidioidomicose em uma mulher: Relato de caso. bwsj [Internet]. 8º de novembro de 2019 [citado 8º de junho de 2026];2:1-10. Disponível em: https://bwsjournal.emnuvens.com.br/bwsj/article/view/49

Resumo

Paracoccidioidomicose é micose sistêmica endêmica da América Latina, causada por fungos dimórficos, pertencentes ao gênero Paracoccidioides, e com uma maior prevalência em pacientes procedentes da zona rural e mais frequente em homens. É a oitava causa de mortalidade por doenças infecciosas predominantemente crônica.

Não é uma doença de notificação compulsória. É adquirida por inalação, e após inalar o pulmão faz disseminação hematogênica e se prolifera na pele. Quando o parasita entra em contato com o hospedeiro (homem) é determinada a ‘’paracoccidioidomicose infecção’’ que pode se regredir espontaneamente, evoluir para a doença ou permanecer em latência. O que vai determinar isso é a virulência do fundo e o tamanho do inóculo e o do status imunitário, nutricional, alcoolismo, tabagismo, coinfecções, drogas do hospedeiro (1).

O diagnóstico é feito baseado no exame micológico direto, histopatológico, sorologia e cultura. O tratamento dura de 12 a 18 meses, pode ser feito com azólicos, sulfamídicos ou anfotericina B. E existem os critérios de cura: cura clínica, radiológica, micológica e sorológica (2).

O objetivo desse trabalho é relatar um caso atípico, com lesão cutânea inespecífica, em uma idade e sexo incomum e o diagnóstico de novas espécies através da biologia molecular.

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*Os artigos publicados são de responsabilidade dos respectivos autores.